Quando Teu Nome Acorda a Luz

 
No silêncio doce da manhã,  
teu nome desperta como luz na água —  
um brilho que não se apaga,  
mesmo quando o mundo tenta ser sombra.

Há um gesto teu que o tempo não leva,  
um jeito de tocar o ar  
como quem escreve promessas invisíveis  
que só o coração entende.

E quando penso em ti,  
o céu parece maior,  
como se cada nuvem guardasse  
um segredo teu,  
um perfume de eternidade.

Se eu pudesse,  
pintaria teu riso em aquarela,  
deixaria que as cores escorressem livres,  
como o amor que nasce sem pedir licença,  
como o desejo que floresce só de te imaginar.

Porque amar-te —  
mesmo em poema —  
é acender estrelas  
num lugar onde antes havia apenas noite.
 

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